sábado, 8 de outubro de 2011

Dia das Crianças: Saiba tudo o que vai rolar no Feriadão SBT


No próximo dia 12, quarta-feira, o SBT exibe o segundo "Feriadão SBT". Devido ao grande sucesso da primeira exibição e pensando nos telespectadores que ficam em casa, o SBT apresentará atrações diferenciadas, nos períodos da manhã e tarde.

No dia das crianças, a partir das 7h30 (08h em algumas regiões do país), o "Feriadão SBT" começa a ser transmitido. Os apresentadores Patati, Patatá, Priscila, Yudi e Maisa vão comandar essa festa. Um programa com cinco horas de duração com muita alegria, música, prêmios e muitas brincadeiras ao vivo. Haverá plateia com crianças que vão interagir com os apresentadores. O grupo "Ciência em Show" com grandes experiências para divertir os pequenos. Os desenhos Ben 10, Battle Force 5, Peixonauta e Scooby-Doo Mistério S.A farão a alegria da garotada. Entre outras atrações, o infantil do feriadão trará um musical que promete agradar a garotada.

Às 13h15 (para SP e algumas regiões do país), no ar a série "Um Maluco no Pedaço". A saga descreve a rotina de um adolescente negro, chamado Will Smith, de origem muito pobre, nascido e criado nas ruas e quadras de basquete da Filadélfia. Após uma briga com outros garotos da rua, a mãe de Will, com medo do futuro do filho, resolve enviá-lo para a casa do seu cunhado, Phillip Banks, um juiz muito bem sucedido, que mora na elegante e luxuosa Bel-Air em Los Angeles, para que o filho possa ter uma educação melhor.No início Will não se dá muito bem, pois sendo um garoto humilde, não comporta-se de maneira adequada, além de mostrar-se desinteressado pelos estudos e ainda arrumar várias atrapalhadas para a família de seus tios e primos na sofisticada casa. Mas com o tempo e com seu jeito relaxado e tranqüilo, Will conquista desde o comilão tio Phil, o tonto do primo Carlton, a consumista e fútil prima Hillary, Ashley a complexada adolescente e até o formal mordomo Jefrey.

Às 14h15, exibição inédita do filme inédito "Scooby-Doo - O Mistério Começa". Como o tímido e atrapalhado adolescente Salsicha conheceu seu cão Scooby-Doo? Como Fred, Daphne e Velma descobriram que gostavam de literatura, de suspense e mistérios nos tempos de colégio? Qual a origem da "Mistério S.A."? A aparição de fantasmas no colégio da Vila Legal é uma boa pista pra responder tais perguntas!

Às 15h45, é a vez de "Scooby-Doo". A empresa de detetives "Misterio S.A" formada por: Fred, Daphne, Velma, Salsicha e Scooby-doo, é fechada após um desentendimento entre os seus membros. Depois de dois anos separados, o grupo é contratado pelo senhor Mondavarious, o proprietário do parque "Ilha do Espanto". O senhor acredita que o seu parque está amaldiçoado, pois os jovens chegam normais mas ao saírem são pessoas sérias e agressivas. As desavenças do passado faz com que cada um faça a sua própria investigação sobre o espantoso caso! Enquanto Daphne, Velma e Fred iniciam uma disputa particular para ver quem resolve o caso primeiro, sem imaginarem quem está por trás dos acontecimentos da Ilha do Espanto, Scooby e Salsicha dão o tom animado da aventura!

Às 17h30, "O Máskara". Stanley Ipkiss (Jim Carrey) é um atrapalhado bancário de vida social extremamente monótona, que além de não fazer sucesso com as mulheres é enganado por todos. Mas isso tudo muda quando Stanley encontra uma misteriosa máscara. Ao colocá-la, sempre à noite, ele se transforma no Maskara. Um sujeito ágil e romântico, capaz de enfrentar uma quadrilha inteira e flertar com a estonteante Tina (Cameron Diaz), namorada de Dorian (Peter Greene), um perigoso gangster que quer destruir o Maskara.

Às 19h15 (para SP e algumas regiões do país), o SBT exibe "Você Tem que Ver"no comando de Zé Américo. Nesse programa, praticipação do humorista Alexandre Porpetone na pele de Cabrito Tévez. O programa mostra os vídeos mais engraçados e já vistos na internet .

Após o "Feriadão SBT", segue a nossa programação normal. Confira:

06h00 - Jornal do SBT - Manhã
07h30 - Especial Infantil
13h15 - Série "Um Maluco no Pedaço"
14h15 - Filme : "Scooby-Doo - O Mistério Começa" (INÉDITO)
15h45 - Filme : "Scooby-Doo"
17h30 - Filme : "O Máskara"
19h15 - Você Tem Quer Ver - Apresentação Zé Américo
19h40 - SBT Brasil

Afiliada do SBT leva Prêmio ABCD de Jornalismo

O Prêmio Associação Brasileira de Concessionária de Rodovias (ABCD) de Jornalismo, voltado às melhores reportagens produzidas no Brasil sobre transporte público, divulgou os vencedores de sua 6ª edição nesta quinta-feira (6). O vencedor de cada categoria recebe o prêmio de R$ 10 mil, e o vencedor geral recebe R$ 20 mil.

A jornalista Roberta Soares, do Jornal do Commercio, foi a vencedora na categoria "Jornalismo Impresso", com o trabalho "O caminho das nuvens e o caminho das pedras". Na categoria "Internet", a vencedora foi Isaura Daniel, da Agência de Notícias Brasil Árabe, com a reportagem "Prontas para recapear". Elói Oliveira, da Rádio BandNews FM, levou o prêmio na categoria "Radiojornalismo", com a matéria "Morte e progresso".

Com o trabalho intitulado "BR 101 - Precariedades", os jornalistas Jaderson Pires, Fabiani Assunção, Monica Carvalho, Eriberto Pereira, Pedro Guimarães e Ivanildo Araújo, do SBT (PE - TV Jornal/SBT), foram os vencedores na categoria "Telejornalismo". O prêmio geral, de R$ 20 mil, ficou com o jornalista Fabio Buchmann, que realizou a reportagem "Resgate da fauna", transmitida pela Rádio CBN Curitiba.

Nesta edição, o Prêmio ABCR de Jornalismo recebeu 96 trabalhos, de 73 veículos diferentes de todo o país, com a participação de cerca de 120 jornalistas. Os prêmios serão entregues em uma cerimônia que ocorrerá no dia 24 de outubro, em Foz do Iguaçu (PR), durante o 7º Congresso Brasileiro de Rodovias e Concessões (CBR&C).

Fonte: Portal Imprensa

IBOPE: Datena não rende no De Frente com Gabi

O SBT passou a entrevista gravada com José Luiz Datena na frente de outras e exibiu o papo polêmico anteontem, no "De Frente com Gabi". Só que a atração marcou média de apenas três pontos de audiência.

Fonte: Keila Jimenez (Outro Canal - Folha de S. Paulo)

SBT Belém mobiliza 150 profissionais para cobrir Círio de Nazaré

A emissora regional do SBT em Belém está mobilizando cerca de 150 profissionais na cobertura do Círio de Nazaré. Serão sete horas de programação local para a transmissão ao vivo, com participação dos apresentadores e equipe de jornalismo. Haverá, ainda, entradas na edição deste sábado do “SBT Brasil”.

Fonte: Flávio Ricco (Canal 1)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Quadro de Eliana encerra Semana Nacional da Tecnologia

A partir desta quinta-feira (06.10) os diretores e gestores das escolas públicas e particulares poderão agendar visitas de seus alunos na 8ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O agendamento deve ser feito por meio do telefone (65) 3613-0113, das 8h às 18h. O evento é aberto ao público estudantil e à sociedade, e a entrada será gratuita. A 8ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é realizada em Mato Grosso pela Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) - por meio da Superintendência de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Inovação – e ocorre entre os dias 17 a 21 de outubro, no Centro de Eventos do Pantanal.

A superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Inovação da Secitec, Bernadete Ribeiro, enfatiza que na ocasião das visitas os alunos poderão participar de atividades como cinema 6D, piso interativo, experimentos com brinquedos científicos, teatro cultural regional e palestras educativas. Os visitantes ainda terão a oportunidade de conhecer o ônibus tecnológico do projeto educacional Ciência em Show. Esse veículo é climatizado em seu interior e conta com bancadas onde serão expostos equipamentos tecnológicos do ‘Ciência em Show’. No ônibus haverá a presença de um monitor - engenheiro eletrônico - que falará ao público sobre os equipamentos expostos.

Além de toda essa programação, o encerramento da 8ª Semana Nacional será feito pelos ‘Cientistas Malucos’, grupo de jovens que participam aos domingos do programa da Eliana (SBT). “As atividades serão realizadas com linguagem acessível e lúdica, com o objetivo de divulgar a ciência de forma descontraída para atrair alunos e professores de diversos níveis de escolaridade”, destaca Bernadete Ribeiro, lembrando que os professores do Ensino Fundamental e Médio são fundamentais para a divulgação e popularização da ciência.

De acordo com o responsável pela pasta, Eliene Lima, o tema principal da 8ª Semana será “Mudanças climáticas, desastres naturais e prevenção de risco”. O secretário explica que o evento, realizado em todo o País, além de promover inúmeras atividades de divulgação científica em Mato Grosso, servirá para estimular a difusão dos conhecimentos e o debate sobre as estratégias e maneiras de se enfrentar o grande desafio planetário das mudanças climáticas e de prevenir riscos decorrentes de desastres naturais e de situações criadas pela ação humana.

Entre os objetivos do evento estão o de mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia, valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação. A 8ª Semana pretende também, chamar a atenção para a importância da área de pesquisa para a sociedade e para o desenvolvimento do País, assim como contribuir para que a população possa conhecer e discutir resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas e tecnológicas e suas aplicações. “A comunidade em geral precisa conhecer o que existeo, atualmente, sobre pesquisa no tocante à temática e incentivar os estudos e ingresso na vida acadêmica,”, concluiu Eliene Lima.

Outras informações com a Superintendência de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Inovação da Secitec: (65) 3613-0113 e com a Assessoria de Imprensa da Secitec (65) 3613-0124/Luciana Cury e Maicon Milhen.

Fonte: Secretaria de Tecnologia do Mato Grosso

Morre Steve Jobs, fundador da Apple


Steve Jobs (Foto: Moshe Brakha/AP)
Steve Jobs, fundador da Apple, morre aos 56 anos nos Estados Unidos (Foto: Moshe Brakha/AP)

Steve Jobs, fundador da Apple, morre aos 56 anos nos Estados Unidos (Foto: Moshe Brakha/AP)

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.

Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.

Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.

"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."

Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.

Home da Apple (Foto: Reprodução)
Na página da Apple, foto em homenagem ao
fundador (Foto: Reprodução)

Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.

Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."

Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.

Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.

Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Steve Jobs anunciou que deixará cargo de presidente da Apple (Foto: Reuters)
Steve Jobs durante apresentação de produto
da Apple nos EUA (Foto: Reuters)

Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.

Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.

Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.

Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)
Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio
Steve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)

Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.

"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.

Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.

Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.

Steve Jobs (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frente
da Apple (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".

"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.

Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".

Saída da própria empresa
Mas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.

Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.

O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 1996, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)
Steve Jobs com seu sucessor no comando da
Apple, Tim Cook (Foto: Kimberly White/Reuters)

O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."

Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.

Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.

Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.

Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de 2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de
2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.

Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.

Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.

Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.

Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

Video do Dia: Datena manda novo recado para a Record

TWO AND A HALF MEN Charlie fica furioso ao saber que apenas Alan foi convidado para o aniversário de Chelsea QUI | 1h15

Batman e Robin encaram missão contra As Ninjas do Mal; Syang é uma delas

A Praça é Nossa desta quinta-feira, 06 de outubro, vem repleta de atrações imperdíveis.

Batman e Robin enfrentam As Ninjas do Mal (Syang, Fabi Rodrigues, Renata Black e Aline Coutt) que invadem a praça e ameaçam dominar as mulheres.



Carlos Alberto de Nóbrega recebe também o Dr. Lockestein, interpretando O Psiquiatra, um cientista pra lá de maluco, que só atende pacientes mais loucos ainda. Essa mistura só poderia resultar em muita gargalhada. Não perca!

A PRAÇA É NOSSA

Nesta quinta, às 23h

AMOR E REVOLUÇÃO Ana vai ao jornal e revela os crimes de Lobo Guerra QUI | 22h15

Aventura Selvagem mostra terapias com animais para crianças deficientes

O programa desta quinta-feira, 06 de outubro, traz um tema mais do que especial: O Doutor é o Bicho!

Será que os bichos podem ajudar na recuperação de crianças deficientes? Para responder a essa questão Richard investiga lugares que usam animais na terapia com pacientes.

Por exemplo, o cavalo, considerado por Richard um dos melhores amigos do homem, é o protagonista de um tratamento bem sucedido: a equoterapia.

Em visita a uma clínica, o aventureiro mostra, na prática, como é esse procedimento. Um método que o Richard conhece bem, pois já utilizou com o próprio filho.

Depois, em viagem à Amazônia, uma grata surpresa! Nos rios da região, habitam outros personagens importantes: os botos vermelhos. Eles interagem com crianças especiais, ajudando-as no processo de sociabilização.

Quem poderia imaginar que esses intrigantes mamíferos fazem tão bem o papel de doutores? A técnica, desenvolvida pelo fisioterapeuta Igor Simões Andrade, já beneficiou centenas de crianças do Brasil e de outros países.


Mas o Richard também tem um "bicho-doutor". Trata-se do Bolacha, um cão enorme e bonachão, que junto com seu dono, faz uma visita inesquecível. Semana passada, os dois colocaram a AACD, Associação de Assistencia à Criança Deficiente, de pernas pro ar. Foi um dia diferente na instituição, que completa 61 anos cuidando do bem estar de crianças e jovens com necessidades especiais.

O Bolacha foi tratado como celebridade por lá e ganhou carinho de todos, deixando o Richard com ciúmes.
Esta produção inédita do SBT mostrará que o convívio entre animais e seres-humanos é mais do que positivo. É uma das possibilidades de comunicação mais incríveis oferecidas pela natureza.

AVENTURA SELVAGEM
Todas as quintas, às 20h15

SBT "bomba" volta de Eliana à grade


O SBT pretende bombar a volta de Eliana ao ar, no domingo. Além de protagonizar ações publicitárias sobre seu retorno, a apresentadora dará uma entrevista ao "De Frente com Gabi", na mesma emissora.

No programa de domingo, Eliana abrirá sua casa e mostrará a rotina dela e do marido, João Marcelo, com seu filho, Arthur. A apresentadora também receberá novamente a visita da cunhada famosa, a cantora Maria Rita.

Fonte: Keila Jimenez (Outro Canal - Folha de S. Paulo)

Patrícia Kogut: SBT cresce e Record cai no horário nobre

Os números de setembro no horário nobre (das 18h à 0h) são motivo de comemoração nos bastidores da Globo e do SBT. A média da Globo foi de 28 pontos, um crescimento de 7% (no ano passado, nomesmo mês, a marca foi de 26.2). O SBT, que tinha marcado 4.9 em setembro de 2009, passou para 6.3, se aproximando do segundo lugar. A Record cravou média de 8.9, menos que os 9.3 de setembro anterior.

Fonte: Patrícia Kogut (Controle Remoto - O Globo)

SBT vai estrear "Sing if You Can" em 2012


Prepare-se para o show de talentos mais bizarro da TV brasileira. Vem aí "Sing if You Can" (Cante se Puder), novidade do SBT.

No formato da Zodiak Rights, que a emissora de Silvio Santos já comprou, os candidatos devem tentar cantar enquanto são submetidos a desafios estranhos. O corajoso cantor de aguentar cobras, ratos e baratas encostando em seu corpo, colocar os pés em uma piscina de vermes, enfiar as mãos em um balde de esterco...Tudo isso, sem parar de cantar.

Além das bizarrices, que não †êm limite, os candidatos ainda têm de enfrentar os três jurados do programa, que além da voz, julgam como o participante de saiu diante dos desafios.

Com estreia prevista para 2012, "Sing if You Can" chega para completar um time já lotado de descobridores de talentos. No próximo ano, a TV brasileira corre o risco de ter cinco formatos do gênero no ar: "The Voice", que vai estrear na Globo, "Got Talent", que vai estrear na Record, "Ídolos" (Record), "Qual É Seu Talento?" (SBT) e "Sing if You Can".

Será que há espaço na TV para todos esses shows de calouros modernizados?

Confira a versão original do nojento "Sing of You Can".

Fonte: Keila Jimenez (Blog Outro Canal - Folha Online)

Patrícia Coelho tenta vaga em Carrossel e produz trilha da novela

A cantora Patrícia Coelho esteve na festa de aniversário da revista QUEM, que aconteceu na noite de terça-feira (4), no Espaço Villa Lobos, em São Paulo.

Ela, que ficou famosa por participar da primeira edição do reality show Casa dos Artistas, no SBT, afirmou que se ofereceu à direção do SBT para participar do remake de Carrossel.

"Eu disse que topava interpretar a mãe da Maria Joaquina, mas até agora não me deram um retorno", comentou.

Patrícia aproveitou para desmentir que tivesse entrado na concorrência para o papel da professor Helena. "Acho que para este personagem é necessário um nome mais de peso", disse.

Enquanto sua participação como atriz na novela ainda não é garantida, Patrícia está confirmada na produção artística da trama. "Vou produzir a trilha incidental de Carrossel", comemorou.

Fonte: Portal Terra

Dia 10: Missa de sétimo dia de ex-superintendente comercial do SBT

Na segunda-feira (10), 18h30, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo, será celebrada a Missa de 7º dia do publicitário Rubens Carvalho, falecido no último domingo. Rubão, como sempre foi conhecido, atuou como diretor comercial de algumas das mais importantes redes de TV, como Bandeirantes e SBT.

Fonte: Flávio Ricco (Canal 1)

SBT comemora 100ª edição do QST no dia 17

No dia 17 será exibida a centésima edição do "Qual é o Seu Talento?". Vale ressaltar que, apesar de todas as mudanças de dia e horário, o programa sempre se manteve com bons índices na grade da emissora.

E em se tratando de SBT, chegar ao número 100 realmente é um feito a ser comemorado.

Fonte: Flávio Ricco (Canal 1)

Amor e Revolução acaba no dia 30 de dezembro

"Amor e Revolução", novela do Tiago Santiago, cumprindo o que disse o autor, será exibida até o final do ano no SBT. A apresentação do último capítulo está confirmada para o dia 30 de dezembro.

Fonte: Flávio Ricco (Canal 1)

Como era esperado: Record copia "Feriadão SBT"

A exemplo do SBT, que foi bem em 7 de setembro, a Record veio atrás e também está montando uma programação especial para quarta-feira (12), feriado do Dia da Criança. Entre outras atrações, filmes como "Hulk" e "A Múmia".

Fonte: Flávio Ricco (Canal 1)