Diretor de “Amor e Revolução”, Reynaldo Boury, reconhece que o modelo da Record para contrato de atores, com duração de até cinco anos, dificulta os planos de outras emissoras - como o SBT, que só faz por obra.Como se não bastasse, ainda tem a Globo, emissora que mais investe em teledramaturgia. Boury não esconde que teve muito trabalho para montar o elenco de “Amor e Revolução”. Aos 45 minutos do segundo tempo, chegou até a perder nomes pretendidos para outras redes. Para mudar esse quadro, só mesmo um banco de atores. Mais isso já é uma outra história.
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