Mesmo com a sua narrativa entre os anos 60 e 70, o departamento comercial do SBT estuda realizar inserções de merchandising no desenvolvimento de “Amor e Revolução”.Conta para isso a experiência do diretor Henrique Casciatto (foto). Em seus tempos de Manchete, isso foi feito em "Kananga do Japão" e em outras produções, e a ideia é desenvolver um plano de transposição de marcas. Criar ações com as que existiam no período abordado e que estão presentes também nos dias de hoje, casos de bancos, refrigerantes, cerveja etc.
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