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Os diretores da instituição financeira não quiseram realizar comparações com os dados relativos a 2010 sob a alegação que balanços anteriores a dezembro estão comprometidos e inviabilizam qualquer análise. Com um rombo de 4,3 bilhões de reais, o Panamericano foi impedido de decretar falência graças a uma operação de salvamento, realizada no início deste ano, que envolveu o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o BTG Pactual e a Caixa Econômica Federal (CEF).
Faturamento – Nos primeiros três meses do ano, o Panamericano apurou um faturamento de 1,147 bilhão de reais. Segundo a nova diretoria do banco, o principal fator a impulsionar o resultado foi o financiamento de veículos, com a concessão de 985,9 milhões de reais em novos empréstimos no trimestre.
Apesar dos números favoráveis, a carteira de crédito do banco fechou o primeiro trimestre em 10,2 bilhões de reais, contra os 13,3 bilhões de reais do último trimestre de 2010 e 10,5 bilhões de reais verificados no primeiro trimestre de 2010. De acordo com as informações contidas no balanço, a redução da carteira no trimestre foi devida à cessão de direitos creditórios no valor de aproximadamente 3,5 bilhões de reais para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

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