Conteúdo mais amplo e maior número de matérias a serem analisadas refletem o bom momento da atração, o que tem a ver também, aponta Jaeci Carvalho, com a chegada do produtor Robson Leite , o que provocou um crescimento qualitativo nas abordagens e, consequentemente, repercutiu na audiência. "Estamos conseguindo fidelizar o telespectador, confirmá-lo no horário, tanto o masculino quanto o feminino", afirma o apresentador.
O que já era ainda mais esperado com a presença, na bancada, de Ana Paula Oliveira, jornalista, comentarista e ex-bandeirinha, que fala sobre futebol com total propriedade. "Ela tem a vantagem de falar sobre a arbitragem com conhecimento de causa, um diferencial que nenhum outro programa tem, e conseguiu atrair a atenção do público feminino", atesta Jaeci.
Para não falar de Marques, ex-jogador, um dos grandes ídolos do Galo e que, na opinião do companheiro de programa, mostra-se um "comentarista que analisa o futebol de forma geral, sem vínculo, totalmente imparcial." Nesse ponto, Jaeci Carvalho relembra o ex-jogador Sorín, que jogou no Cruzeiro e também participou do Alterosa no ataque em uma primeira fase e agora segue outro rumo. "Ele foi importante para o programa", resume.
Prometendo novidades para o quadro "Jaeci no ar", que já levou o apresentador até os ex-jogadores Romário; Reinaldo, do Galo; Dirceu Lopes, do Cruzeiro; passando pelo técnico Leão e pelo presidente do Atlético, Alexandre Kalil, Jaeci Carvalho reforça a proposta do Alterosa no ataque, "um programa que trata o esporte, especialmente o futebol, com isenção e seriedade". E faz questão de agradecer outro "integrante do time": o internauta. "Como na TV, também estamos bombando nas redes sociais e a participação do internauta contribui e muito para o aprimoramento do programa", afirma.
Ela veio para ficar
"Sinto-me à vontade aqui em Minas. Já visitei os CTs dos grandes times do estado. Assisti, de perto, ao clássico entre Cruzeiro e América, mas, por causa da Páscoa, momento de encontrar a família, não estarei presente no clássico entre Atlético e Cruzeiro", revela Ana Paula Oliveira, que entrou para o Alterosa no ataque em fevereiro. Em compensação, se não estará hoje na Arena do Jacaré para acompanhar o jogão, um dos mais esperados do Campeonato Mineiro, a comentarista avisa que não perderá as semifinais e a final da competição. "É importante estar perto dos jogos. A percepção é outra, diferente da TV", avalia.
Satisfeita com a recepção calorosa do público mineiro, Ana Paula comenta que tem recebido críticas positivas (e outras nem tanto) e utiliza todas para o seu crescimento. Para ela, o Alterosa no ataque é uma atração unissex, mas a resposta do público feminino tem sido significativa. "A intenção não é falar sobre o assunto especialmente para a mulher, mas com o conhecimento de uma mulher sobre o que é dito. É isso que desperta o interesse delas e deles", garante.
No bate-bola com os companheiros de programa, Jaeci e Marques, Ana Paula é só elogio. "Jaeci me recebeu muito bem. Nosso dia a dia é ótimo. Marques é espetacular, cavalheiro nato. Temos uma sintonia, formamos um time muito bom. Há uma sinergia entre os três, que flui bem também envolve os convidados, o público que se manifesta via redes sociais – como no Twitter – participa dos chats num diálogo muito bacana. O que é imprescindível e um grande retorno para o programa", diz ela.
E por falar em equipe, Ana Paula Oliveira destaca todos os profissionais que atuam nos bastidores do Alterosa no ataque, como produtores, editores, diretores, e também à frente das câmeras, como os repórteres da TV Alterosa. "Não existe sucesso sem trabalho. E é toda a equipe envolvida. Um bom produtor faz a diferença. E, se Deus quiser, com boa audiência, o sucesso é de todo mundo. Estou muito feliz com o programa. Digo que vim para ficar", afirma.

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