Tem uma relação bacana com "cores". Há um tempo, fez auditoria em sua empresa e descobriu que os funcionários ficavam até 45 minutos em um banheiro amarelo. Lá conversavam, liam revistas, se maquiavam. Uma amiga sugeriu que ele pintasse de laranja, achou bobagem mas funcionou. O tempo reduziu para 13 minutos. A partir daí estudou e liga tudo à numerologia e à energia das cores. Arranjou casamento para uma amiga pintando a parede do quarto dela de azul marinho.
Deitado, vendeu as empresas, manteve a fábrica de móveis e desenhava projetos. Ao se recuperar, decidiu sair do Brasil e vendeu a fábrica pra golpistas que sumiram. Em Miami, recomeçou a vida. Sua carreira foi rápida, fez faxina, pintou casas, reorganizou decorações, trabalhou em uma empresa de fantasias e montou uma loja de flores artificiais com uma socialite que lhe abriu as portas da alta sociedade, embora também fosse outra golpista em sua vida. Quando começou a crise imobiliária nos EUA, ele voltou para o Brasil, mas mantém uma marcenaria em Miami, faz projetos para brasileiros que compram imóveis lá e divide sua carreira nesses dois mundos.
Com o prêmio de R$ 1 milhão, quer garantir sua aposentadoria, comprar um apartamento no litoral brasileiro, um lindo barco e investir num programa de TV próprio pra ensinar as pessoas a fazerem pequenos serviços em suas casas. No palco, na torcida, também estarão os amigos Marco Antonio, Nevaldo e Sônia.
Topa ou Não Topa vai ao ar nesta quinta, às 20h35, no SBT
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